Associação Frutos da Terra Brasil
A sua casa própria financiada em até 30 anos sem juros e sem Burocracia. Apõe essa ideia. (Este não é o SITE oficial da AFTB)
A AFTB – Associação Frutos da Terra Brasil – é uma organização sem fins lucrativos, oficialmente reconhecida pelo Governo Federal como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que incorpora a responsabilidade social em todas suas ações.
Fundada em março de 2007, a Associação Frutos da Terra Brasil trabalha em prol do desenvolvimento social e econômico, para combater o déficit habitacional no Brasil e viabilizar o crédito imobiliário através da isenção de juros, financiamentos em até 30 anos, sem entrada e sem comprovação de renda. O objetivo é a inclusão social e a garantia do Direito Constitucional de moradia para o cidadão brasileiro.
A AFTB é a primeira associação no Brasil a fazer esse tipo de trabalho social voltado para a realização do sonho da casa própria. Pioneira no assunto, atua no país inteiro para atender todo e qualquer cidadão trabalhador que queira conquistar sua segurança, a casa própria.
A Associação Frutos da Terra Brasil chegou para se consolidar e alavancar o mercado imobiliário nacional, com uma alternativa inovadora e eficaz para absorver o déficit habitacional no país no prazo de 20 anos.
Uma das referencias da AFTB é o estudo de Erick Maskin (prêmio nobel em economia) ele afirma que: "As pessoas obviamente pensam em si mesmas antes de considerar o bem estar comum. Por isto, elas precisam receber incentivos individuais para agir em prol de uma causa que transcenda o próprio raio de interesses."
POSTE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA 100% ALIMENTADO POR ENERGIA EÓLICA E SOLAR
Cem por cento limpeza
Por GEVAN OLIVEIRA
Empresário cearense desenvolve o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energia eólica e solar

Não tem mais volta. As tecnologias limpas – aquelas que não queimam combustível fóssil – serão o futuro do planeta quando o assunto for geração de energia elétrica. E, nessa onda, a produção eólica e solar
sai na frente, representando importantes fatias na matriz energética de
vários países europeus, como Espanha, Alemanha e Portugal, além dos
Estados Unidos. Também está na dianteira quem conseguiu vislumbrar essa
realidade, quando havia apenas teorias, e preparou-se para produzir
energia sem agredir o meio ambiente. No Ceará, um dos locais no mundo
com maior potencial energético (limpo), um ‘cabeça chata’ pretende
mostrar que o estado, além de abençoado pela natureza, é capaz de
desenvolver tecnologia de ponta.

O professor Pardal cearense é o engenheiro mecânico Fernandes Ximenes, proprietário da Gram-Eollic, empresa que lançou no mercado o primeiro poste de iluminação pública
100% alimentado por energias eólica e solar. Com modelos de 12 e 18
metros de altura (feitos em aço), o que mais chama a atenção no invento,
tecnicamente denominado de Produtor Independente de Energia (PIE), é a
presença de um avião no topo do poste.
Feito em fibra de carbono e alumínio especial – mesmo material usado em aeronaves comerciais –, a peça tem três metros de comprimento e, na realidade, é a peça-chave do poste
híbrido. Ximenes diz que o formato de avião não foi escolhido por acaso.
A escolha se deve à sua aerodinâmica, que facilita a captura de raios
solares e de vento. "Além disso, em forma de avião, o poste fica mais
seguro. São duas fontes de energia alimentando-se ao mesmo tempo,
podendo ser instalado em qualquer região e localidade do Brasil e do
mundo", esclarece.
Tecnicamente, as asas do avião abrigam células solares que captam raios ultravioletas e infravermelhos por meio do silício (elemento químico que é o principal componente do vidro,
cimento, cerâmica, da maioria dos componentes semicondutores e dos
silicones), transformando-os em energia elétrica (até 400 watts), que é
armazenada em uma bateria afixada alguns metros abaixo. Cumprindo a
mesma tarefa de gerar energia, estão as hélices do avião. Assim como as
naceles (pás) dos grandes cata-ventos espalhados pelo litoral cearense, a
energia (até 1.000 watts) é gerada a partir do giro dessas pás.
Cada poste é capaz de abastecer outros três ao mesmo o tempo. Ou seja, um poste com um "avião" – na verdade um gerador – é capaz de produzir energia para outros dois sem gerador e com
seis lâmpadas LEDs (mais eficientes e mais ecológicas, uma vez que não
utilizam mercúrio, como as fluorescentes compactas) de 50.000 horas de
vida útil dia e noite (cerca de 50 vezes mais que as lâmpadas em
operação atualmente; quanto à luminosidade, as LEDs são oito vezes mais
potentes que as convencionais). A captação (da luz e do vento) pelo
avião é feita em um eixo com giro de 360 graus, de acordo com a direção
do vento.
À prova de apagão
Por meio dessas duas fontes, funcionando paralelamente, o poste tem autonomia de até sete dias, ou seja, é à prova de apagão. Ximenes brinca
dizendo que sua tecnologia é mais resistente que o homem: "As baterias
do poste híbrido têm autonomia para 70 horas, ou seja, se faltarem vento
e sol 70 horas, ou sete noites seguidas, as lâmpadas continuarão
ligadas, enquanto a humanidade seria extinta porque não se consegue
viver sete dias sem a luz solar".

O inventor explica que a ideia nasceu em 2001, durante o apagão. Naquela época, suas pesquisas mostraram que era possível oferecer alternativas ao caos energético. Ele conta que a
caminhada foi difícil, em função da falta de incentivo – o trabalho foi
desenvolvido com recursos próprios. Além disso, teve que superar o
pessimismo de quem não acreditava que fosse possível desenvolver o
invento. "Algumas pessoas acham que só copiamos e adaptamos descobertas
de outros. Nossa tecnologia, no entanto, prova que esse pensamento está
errado. Somos, sim, capazes de planejar, executar e levar ao mercado um
produto feito 100% no Ceará. Precisamos, na verdade, é de pessoas que
acreditem em nosso potencial", diz.
Mas esse não parece ser um problema para o inventor. Ele até arranjou um padrinho forte, que apostou na ideia: o governo do estado. O projeto, gestado durante sete anos, pode ser visto
no Palácio Iracema, onde passa por testes. De acordo com Ximenes, nos
próximos meses deve haver um entendimento entre as partes. Sua intenção é
colocar a descoberta em praças, avenidas e rodovias.
O empresário garante que só há benefícios econômicos para o (possível) investidor. Mesmo não divulgando o valor necessário à instalação do equipamento, Ximenes afirma que a
economia é de cerca de R$ 21.000 por quilômetro/mês, considerando-se a
fatura cheia da energia elétrica. Além disso, o custo de instalação de
cada poste é cerca de 10% menor que o convencional, isso porque
economiza transmissão, subestação e cabeamento. A alternativa teria,
também, um forte impacto no consumo da iluminação pública, que
atualmente representa 7% da energia no estado. "Com os novos postes,
esse consumo passaria para próximo de 3%", garante, ressaltando que,
além das vantagens econômicas, existe ainda o apelo ambiental. "Uma vez
que não haverá contaminação do solo, nem refugo de materiais
radioativos, não há impacto ambiental", finaliza Fernandes Ximenes.
Tags: Fernandes, Gram-Eollic, Ximenes
Permalink Responder até FERNANDO ALVES XIMENES em 9 maio 2010 at 2:11
Permalink Responder até Eraldo Nazário em 9 maio 2010 at 10:26
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